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Café com a Gazeta

CPMI do INSS aponta elo com Alcolumbre em esquema bilionário

O relatório final da CPMI do INSS revelou a existência de um grande esquema focado em lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Segundo o documento, essa estrutura funcionava como um verdadeiro "banco clandestino" para os operadores das fraudes na Previdência Social. Além disso, as investigações detectaram transações financeiras suspeitas dentro dessa rede, com destaque para um pagamento de R$ 3 milhões a Paulo Augusto de Araújo Boudens, ex-assessor do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

De acordo com a comissão, cerca de 40 empresas formavam essa teia ilícita, movimentando aproximadamente R$ 39 bilhões. Os parlamentares descobriram que o grupo utilizava operadores financeiros suspeitos, que já haviam sido identificados em investigações contra a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Portanto, o parecer conclui que o esquema financeiro não prestava serviços apenas aos fraudadores do INSS, mas também facilitava as operações de outros agentes do crime organizado.

Governistas miram Jair e Flávio Bolsonaro em parecer alternativo a CPMI do INSS

Nesta sexta-feira (27), a base do governo Lula (PT) protocolou um documento alternativo na CPMI do INSS. O texto diverge do parecer oficial elaborado pelo relator do colegiado, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). Segundo os parlamentares governistas, a nova proposta solicita o indiciamento direto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

De acordo com o texto, o ex-presidente deve responder por suposto furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa. Além disso, o grupo pede a responsabilização do senador por suspeita de integrar uma organização criminosa. Entretanto, Flávio Bolsonaro rebateu a acusação em nota oficial, classificando a manobra como uma tentativa desesperada de desviar a atenção, com o objetivo de proteger o presidente Lula e seu filho, o Lulinha.

Ex-noiva de Vorcaro rompe silêncio e manda recado: “eu não sabia”

Nesta sexta-feira (27), a modelo e empresária Martha Graeff enviou sua primeira manifestação direta à imprensa após o vazamento de conversas íntimas com o ex-noivo, o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo a influenciadora, ela reforça sua inocência e garante total desconhecimento sobre os negócios supostamente ilícitos do executivo.

Esse posicionamento representa a segunda defesa pública da modelo sobre o caso, recordando que, de acordo com uma nota divulgada por seu advogado em 10 de março, ela já havia negado qualquer envolvimento nas atividades financeiras de Vorcaro. Além disso, Martha prometeu processar os responsáveis pela exposição de suas mensagens, porém, até o momento, não há registro de nenhuma ação judicial concretizada.

Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta segunda-feira (30)

  • FACHIN MANTÉM DECISÃO DE GILMAR QUE PROTEGE EMPRESA DE TOFFOLI;
  • VIVIANE BARCI RECEBEU DO MASTER 645 VEZES MAIS QUE OUTROS ADVOGADOS;
  • FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE VENCE SE ELEIÇÕES FOREM “LIVRES E JUSTAS”;
  • MORAES IMPÕE RESTRIÇÕES A RELATÓRIOS DO COAF QUE AUXILIAM INVESTIGAÇÕES

O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.

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