O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, instaurou um inquérito para investigar um possível vazamento de dados sigilosos de ministros da Corte e de seus familiares. Moraes determinou a investigação no segundo dia em que está no plantão judiciário.
Com efeito, o objetivo é apurar uma possível violação cometida por servidores da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O vazamento afetaria diretamente pelo menos dois dos 11 ministros, mas o inquérito abrange dados de todos os integrantes da Corte.
Portanto, a Receita e o Coaf teriam sido oficialmente acionados para esclarecer quem acessou esses dados. Afinal, os acessos ficam registrados com logins e senhas internas. Dessa forma, se o STF considerar as explicações insuficientes, a Corte pode determinar perícias em sistemas ou até a quebra de sigilo telemático de autoridades.
Defensoria do DF investiga condições de saúde de Bolsonaro na PF
A Defensoria Pública do Distrito Federal abriu um procedimento para investigar as condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está detido na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília.
Afinal, a apuração começou nesta terça-feira (13) após pedidos do senador Izalci Lucas (PL-DF) e do deputado Gustavo Gayer (PL-GO). Ainda, Izalci chegou a criticar o ministro Alexandre de Moraes (STF), alegando que a situação seria fruto de uma “vingança” do magistrado, e defendeu a concessão de prisão domiciliar por motivos de saúde.
“O que estão fazendo com o presidente Bolsonaro é desumano. Isso tudo por vingança do ministro Alexandre de Moraes. A prisão domiciliar é fundamental para cuidar da saúde dele”, disse o senador em um vídeo divulgado nas redes sociais.
Chiquini pede prisão preventiva de Lulinha do STF
O advogado Jeffrey Chiquini protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No pedido, Chiquini argumenta que existem indícios de envolvimento de Lulinha nas investigações de fraudes relacionadas a descontos indevidos sobre benefícios do INSS, apuradas pela Polícia Federal. Além disso, citou que a saída dele do país em meio à investigação representa risco de fuga e ameaça à aplicação da lei penal.
O advogado também sustenta que testemunhas e “elementos informativos” colhidos pela PF mencionariam a participação de Lulinha. Ademais, também mencionou notícias de que Lulinha teria recebido valores mensais de cerca de R$ 300 mil de pessoas ligadas ao esquema. O pedido solicita ainda que o Ministério Público seja ouvido com urgência para se manifestar sobre a medida.
Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta quarta-feira (14)
- BC DESISTE DE RECURSO CONTRA INSPEÇÃO DO TCU NO MASTER;
- LULA ESCOLHE WELLINGTON CÉSAR PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA;
- IRÃ MARCA PRIMEIRA EXECUÇÃO DE UM MANIFESTANTE DOS PROTESTOS;
- GOVERNO LAMENTA MORTES NO IRÃ E MANDA INDIRETA A TRUMP;
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