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Presidenciáveis criticam Moraes após suspensão da Lei da Dosimetria

A suspensão da Lei da Dosimetria pelo ministro do STF Alexandre de Moraes provocou reação imediata de presidenciáveis, especialmente entre os nomes ligados à direita e do centro-direita. Assim, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) comentaram a decisão monocrática do ministro de suspender a Lei da Dosimetria. Os demais presidenciáveis, entretanto, não se manifestaram até o momento.

Moraes suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria ao decidir sobre pedidos de revisão apresentados por condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Nas decisões, o ministro apontou que a suspensão deve permanecer até o julgamento definitivo do Supremo sobre as ações que questionam a constitucionalidade da norma.

PF investiga compra de triplex de R$ 22 milhões por Ciro Nogueira em meio ao caso Banco Master

A Polícia Federal investiga a compra de uma cobertura triplex de luxo em São Paulo pelo senador Ciro Nogueira. O imóvel custou cerca de R$ 22 milhões. Inclusive, a apuração está relacionada ao caso do Banco Master. Já que a negociação tem relação temporal com a atuação do senador em propostas legislativas consideradas favoráveis à instituição financeira, agora liquidada. O portal Metrópoles relevou a informação.

Segundo a investigação, a empresa CNLF Empreendimentos, ligada à família de Ciro Nogueira, teria realizado a compra. O apartamento possui 514 metros quadrados, três suítes e três vagas de garagem. Parte do pagamento teria ocorrido com a entrega de outro imóvel no mesmo edifício, avaliado em aproximadamente R$ 8 milhões, além de parcelas em dinheiro. Ao Metrópoles, o senador afirmou que a aquisição foi feita com recursos próprios, bem como que o imóvel hoje poderia valer cerca de R$ 30 milhões.

Veto a Messias pode liquidar aliança entre Lula e Pacheco por palanque em Minas

Na versão política da teoria do caos, uma borboleta bate as asas no Senado e um palanque pode cair em Minas Gerais. O veto ao nome de Jorge Messias, indicado por Lula como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi interpretado por uma ala do PT como uma “declaração de guerra” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ele que articulou a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ocupar a cadeira na Corte. 

No entanto, Lula tinha outro plano para Pacheco: assegurar o palanque presidencial na disputa pela reeleição com a candidatura do senador ao governo mineiro, estado decisivo nas últimas eleições ao Palácio do Planalto. Mas Pacheco também entrou na linha de tiro do PT após a derrota histórica do governo Lula no Senado. Os senadores rejeitaram Messias, o primeiro indicado por um presidente ao STF a sofrer derrota desde 1894.

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