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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou, nesta quarta-feira (25), os nomes escolhidos pelo PL para concorrer ao Senado por Santa Catarina. Segundo Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro definiu o ex-vereador Carlos Bolsonaro e a deputada federal Carol de Toni como os postulantes às cadeiras do estado em outubro.
“O governador Jorginho é o candidato à reeleição, e os nossos dois pré-candidatos ao Senado são a Caroline de Toni e o Carlos Bolsonaro", afirmou Flávio.
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O anúncio ocorreu após uma visita a Jair Bolsonaro no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Carlos também esteve com o pai nesta quarta-feira e comentou a decisão em sua conta no X: “Agora, sob sua determinação, sigo para compromissos e depois para Santa Catarina. Cada segundo ao seu lado vale a pena. Tenho convicção de que sairemos mais fortes disso tudo”.
A deputada Carol de Toni afirmou que a candidatura foi selada em reunião em que esteve presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, e o governador catarinense, Jorginho Mello. A parlamentar se disse “aliviada” com o compromisso público estabelecido.
“Eu estava aguardando este momento. Estou muito aliviada. Agora podemos trabalhar pelo nosso objetivo de eleger nossos candidatos e tirar a esquerda do poder”, declarou a parlamentar em vídeo nas suas redes sociais.
Reação negativa do PP
No sábado, os nomes de Carlos e Carol já tinham sido arejados pelo deputado Ubiratan Sanderson, e a possível definição de nomes provocou reação negativa do presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PP-PI).
Como o partido tem o nome do veterano Espiridião Amin como favorito, a escolha tem potencial de embaralhar o cenário eleitoral em Santa Catarina. Ciro recorreu às redes sociais para manifestar insatisfação com a escolha de Carol de Toni. “Nós, dos Progressistas, somos do tempo em que acreditamos em PALAVRA!!!!!!”, escreveu no X.
Caso a decisão do ex-presidente seja mantida, conforme compromisso firmado nesta quarta, o PP poderia apoiar João Rodrigues (PSD), atual prefeito de Chapecó, ao governo do estado, em oposição ao governador Jorginho Mello (PL).








