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O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está feliz com a posição do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) nas pesquisas de intenção de voto para o Senado em São Paulo, mas que pediu cautela quanto à definição do nome para disputar a segunda cadeira.
"Ficou sabendo aqui, ficou feliz com o resultado da pesquisa, tanto para o Tarcísio quanto para nós com relação à pré-candidatura à Presidência da República, também com a pontuação do Derrite. E com relação à segunda vaga lá no Senado, ele pediu mais uma vez para aguardar e analisar mais pesquisas, e conversar com mais algumas lideranças e também com Eduardo Bolsonaro", revelou o senador, em entrevista à imprensa após a visita realizada nesta quarta-feira (25).
Os levantamentos demonstram a liderança de dois ministros de Lula: Fernando Haddad (PT), da Fazenda, e Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente. De acordo com a última divulgação da Paraná Pesquisas, de 11 de fevereiro, Derrite aparece em seguida. O cenário para a esquerda, porém, ainda é incerto: enquanto Haddad diz que não pretende disputar as eleições, Marina ainda não crava a pré-candidatura, embora admita a possibilidade.
O filho mais velho do ex-presidente aproveitou a oportunidade para dizer que, em meio às conversas sobre a política paulistana, Bolsonaro mandou um abraço ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressando otimismo também quanto aos números para o Palácio dos Bandeirantes, em que o atual governador aparece na liderança.
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Derrite, por sua vez, disse que a visita ocorreu apenas "como amigo". Ele confirmou a avaliação de Flávio de que Bolsonaro está mais disposto. A família, porém, ainda demonstra preocupação com a possibilidade de tonturas decorrentes de efeitos colaterais dos medicamentos. Com isso, o pré-candidato reitera o pedido de prisão domiciliar humanitária.
Após a Polícia Federal (PF) emitir um laudo sobre o estado de saúde do ex-presidente, a Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu um parecer pela manutenção da prisão em regime fechado. O documento argumenta que há, no complexo da "papudinha", as condições médicas necessárias para atender Bolsonaro.
"Saio daqui certamente reenergizado, porque é impressionante a capacidade dele de enfrentar os problemas. Mesmo assim, na situação em que ele se encontra, dando força para a gente", concluiu.








