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Após avanço da direita

Governo Trump busca fortalecer parceria com Colômbia no combate ao narcotráfico

Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, busca ampliar cooperação em segurança com países da América Latina (Foto: EFE/EPA/CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH)

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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, parabenizou nesta segunda-feira (22) o candidato presidencial de direita da Colômbia, Abelardo De la Espriella, por sua vitória nas eleições, de acordo com os resultados preliminares.

Em uma mensagem publicada no X, Hegseth convidou o sucessor de Gustavo Petro a fortalecer a cooperação militar entre os dois países para combater o narcotráfico e as organizações criminosas na região.

"Convidamos o seu futuro governo a trabalhar com o Departamento de Defesa e a Coalizão das Américas contra os Cartéis para revitalizar a aliança militar entre nossos dois países, a fim de acabar com a produção de narcóticos mortais e erradicar os narcoterroristas que assolam nosso hemisfério".

O chefe do Pentágono também descreveu a vitória eleitoral de De La Espriella, conhecido como El Tigre, como "histórica", em um novo gesto de apoio da administração do presidente dos EUA, Donald Trump.

Ele venceu o segundo turno com 49,66% dos votos, contra 48,7% do candidato de esquerda Iván Cepeda, aguardando a confirmação oficial dos resultados.

O convite de Hegseth surge depois de Trump ter anunciado que falou por telefone com o colombiano após as eleições, ocasião na qual elogiou sua vitória.

"Quando alguém como eu é bem recebido por alguém, eu gosto dessa pessoa. É muito simples, é uma fórmula simples", disse o governante americano, explicando o seu apoio durante uma conferência de imprensa no Salão Oval.

Também na segunda-feira, Trump publicou uma mensagem na Truth Social felicitando o candidato do movimento Defensores da Pátria pela sua vitória e dizendo que espera "construir uma relação sólida" com a Colômbia.

A vitória do candidato de direita marca uma mudança nas tensas relações entre a administração Trump e o governo cessante do presidente colombiano Gustavo Petro, que foi adicionado à lista de sanções do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA por alegados vínculos com o narcotráfico, acusações que o esquerdista nega.

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