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O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, assiste a demonstração de força de soldados do país, em Pyongyang, 11 de outubro
O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, assiste a demonstração de força de soldados do país, em Pyongyang, 11 de outubro| Foto: EFE/EPA/KCNA

A Coreia do Norte exibiu seus mísseis nucleares e outros armamentos no evento "Auto Defesa 2021", realizado na segunda-feira, em Pyongyang, para comemorar o aniversário de 76 anos do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte. Durante a ocasião, soldados norte-coreanos deram uma demonstração de força e habilidades com uma performance intensa e inusitada.

Um vídeo divulgado pelo regime norte-coreano que mostra o ditador Kim Jong-un assistindo à performance militar radical durante o evento tem circulado nas redes sociais desde a terça-feira. As imagens mostram soldados quebrando tijolos com as mãos, deitando-se sobre garrafas de vidro quebradas, arrebentando correntes e quebrando placas de concreto a marretadas sobre o abdômen de outros soldados.

Kim Jong-un assistiu à demonstração de resistência dos militares sentado em uma tribuna, ao lado de outros oficiais do regime, incluindo a sua irmã, Kim Yo-jong.. A exibição revela o que seria uma parte do treinamento enfrentado pelos soldados do país asiático.

Em um trecho do vídeo de propaganda, um soldado sem camisa simula um enfrentamento com cinco de seus colegas, que agem como agressores empunhando pedaços de pau.

Em outros momentos da exibição, os militares quebram blocos de concreto com socos ou até mesmo com uma cabeçada, sem demonstrar dor.

EUA "causam tensão"

Ao aparecer em meio a mísseis balísticos intercontinentais, Kim afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos "estão criando tensão na região com ações e decisões erradas", e que ele não confia na alegação de Washington de que não tem intenções hostis contra Pyongyang, noticiou a KCNA, agência estatal da Coreia do Norte, segundo o jornal especializado NK News.

Em seu discurso durante o evento, Kim criticou os exercícios militares conjuntos entre EUA e Coreia do Sul, que, segundo o ditador, "aumentam a urgência para nos fortalecer ainda mais".

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