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arqueologia

Radares apontam chances de câmaras ocultas em túmulo de Tutankamon

Esta quase certeza alimenta a tese de um arqueólogo e egiptólogo britânico, que afirma que se trataria do túmulo da lendária rainha Nefertiti

 | Mohamed El-Shahed/AFP
(Foto: Mohamed El-Shahed/AFP)

Resultados preliminares de uma análise realizada com sofisticados radares apontam que há 90% de chances de que existam duas câmaras ocultas atrás das paredes do túmulo do faraó Tutankamon em Luxor, anunciou nesta quinta-feira (17) o ministro de Antiguidades do Egito, Mamduh Damati.

Esta quase certeza alimenta a tese de um arqueólogo e egiptólogo britânico, que afirma que se trataria do túmulo da lendária rainha Nefertiti, embora o ministro Mamdouh al Damati acredite que pertence a outra esposa do faraó Akenaton, pai de Tutankamon, ou a uma de suas filhas.

O paradeiro dos restos mortais da famosa regente Nefertiti nunca foi descoberto, mas a tumba de Tutancâmon, que pode ter sido filho dela, é conhecida desde o início do século XX.

Segundo o portal CNN, a varredura revelou a presença de material orgânico nestas câmaras ocultas. As pesquisas devem avançar mais no final do mês, o que deve revelar o tamanho das câmaras e a espessura da parede. Pelo menos por enquanto, não haverá escavação - a menos que haja certeza da existência das câmaras, acrescentou o ministro .

Nefertiti

A história relata que Nefertiti - cujo nome significa “a mais bela chegou” - governou o Egito ao lado do marido Amenhotep IV. Ao que tudo indica, ela teve seis filhas entre os nove anos de reinado do marido, e teve papel importante na disseminação do culto monoteísta.

Depois de reinar por doze anos, ela teria desaparecido. Alguns egiptólogos acreditam que, na verdade, a rainha ela tornou-se co-regente com um novo nome, enquanto outros acreditam que ela pode ter sido assassinada pelos defensores do politeísmo.

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