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Paralisação

Médicos do Hospital de Clínicas não vão atender nesta terça-feira

Apenas o atendimento de urgência será mantido. Todas as consultas eletivas marcadas para essa terça-feira serão canceladas e terão de ser reagendadas

Médicos do Hospital de Clínicas (HC), em Curitiba, não vão atender a população nesta terça-feira (12). Apenas o atendimento de urgência será mantido. A categoria fará um dia de paralisação em protesto contra a Medida Provisória (MP) nº 568, de 2012, que trata da remuneração e da jornada de trabalho de profissionais de saúde.

A ideia do sindicato é de que os médicos do HC paralisem as atividades uma vez por semana para protestar contra a medida provisória.

Todas as consultas eletivas marcadas para essa terça-feira serão canceladas e terão de ser reagendadas. Os pacientes devem entrar em contato com o Hospital de Clínicas por meio do telefone (41) 3360-7833 para remarcar a consulta e isso pode ser feito já nesta segunda-feira (11), de acordo com a assessoria de imprensa do HC.

Se a pessoa souber em qual ambulatório seria atendida nesta terça, poderá telefonar diretamente para o setor. A relação com os telefones dos ambulatórios está disponível no site do Hospital de Clínicas.

De acordo com a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), o texto da medida provisória prevê que profissionais que atualmente mantêm jornada de 20 horas semanais no serviço público, ao ingressar na carreira, tenham que cumprir 40 horas semanais e receber o mesmo valor – uma redução de 50% na remuneração.

O atendimento à população deve ser normalizado na quarta-feira (13), de acordo com o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar).

Segundo o Simepar, uma caminhada será realizada pelos médicos nesta terça-feira do HC até a Praça Santos Andrade, no Centro da capital, a partir das 10 horas.

Greve

Os servidores técnico-administrativos das universidades federais e do Hospital de Clínicas entraram em greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (11). Ainda não havia balanço dos serviços afetados.

A categoria reivindica piso salarial de três salários mínimos, incentivos à qualificação profissional e isonomia de salários e benefícios entre os Três Poderes.

Os professores das universidades federais entraram em greve por tempo indeterminado em 21 de maio.

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