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Última Análise

“Filho do rapaz”: escândalo do INSS resvala em Lulinha

"Filho do rapaz", assim foi nomeado o destinatário de um pagamento de 300 mil reais, na investigação que apura o escândalo do INSS, e tudo indica que ele se refere a Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha". A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigar tal menção, coletada em materiais na apuração sobre o esquema bilionário de descontos ilegais em aposentadorias e pensões.

A autoridade policial quer saber se o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atuou como “sócio oculto” do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em negócios do governo. Seria mais uma caso de corrupção para o histórico do PT?

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quarta-feira (07). Hoje participam do programa o ex-procurador Deltan Dallangol, o escritor Francisco Escorsim e o professor da FGV Daniel Vargas.

O Plano de Trump para Venezuela

Outro tema do programa será o anúncio do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que na tarde desta quarta-feira (7) revelou um plano de três fases dos EUA para a Venezuela. Em um pronunciamento no Capitólio ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, o chefe da diplomacia americana afirmou que o primeiro passo será a estabilização do país sul-americano após a captura do ditador Nicolás Maduro.

Lula distribui vetos ao Congresso

O programa também vai falar a respeito dos atos desta semana do presidente Lula, que tem dedicado bastante tempo para vetar projetos aprovados pelo Congresso Nacional. Hoje (07) o petista vetou parte de dispositivos da lei que proíbe descontos em benefícios do INSS. Amanhã (08) ele promete vetar o projeto de redução de penas para os condenados dodo Oito de Janeiro.

As milícias digitais do caso Banco Master

Outro tema da conversa será a decisão inédita do Tribunal de Contas da União (TCU) de questionar a liquidação do Banco Master pelo Banco Central (BC) e o envolvimento de milícias digitais para desinformação. O caso revela uma disputa de poder para suspender a intervenção no banco de porte médio envolvido em fraudes bilionárias. A pressão institucional é reforçada por campanhas digitais coordenadas que buscam desacreditar o órgão regulador e influenciar a opinião pública.

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