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Última Análise

Prisão de Maduro traz à tona passado sombrio de Lula com ditador

Depois da prisão do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, por Donald Trump, uma antiga relação sua voltou ao debate. Lula, um dos líderes mais notáveis da América Latina, sempre tratou o hoje presidiário com benevolência. Assim, se os grandes temas da eleição presidencial do ano que vem eram STF, Banco Master e escândalo do INSS, agora a prisão de Maduro pode ser o principal.

O petista, recentemente, recebeu o então presidente da Venezuela com honrarias no Palácio do Planalto. E já chegou a confessar sua admiração dizendo que, com o passar dos anos, havia ficado "mais Maduro". Afinal, de que lado vai estar o petista nas eleições do ano que vem?

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (06). Hoje participam do programa o professor da FGV Daniel Vargas, o vereador Guilherme Kilter e a advogada Fabiana Barroso.

MST vai às ruas por ditador

Também tema do programa de hoje será a união entre partidos de esquerda, centrais sindicais e o Movimento Sem Terra (MST) em prol de Maduro. O grupo pretende, em breve, realizar protestos em solidariedade ao ditador e cobrar posicionamento oficial do Executivo, do Legislativo e do Judiciário contra a ação americana.

Jornal americana cita influência da CIA

Os convidados vão falar a respeito de matéria do jornal americano The Wall Street Journal, segundo a qual Trump seguiu conselhos da agência central de inteligência americana, a CIA, na histórica ação na Venezuela. O republicano, diz o jornal,
estava convencido de que a estabilidade em curto prazo, na Venezuela, só poderia ser mantida se o sucessor de Maduro tivesse o apoio das forças armadas e de outras elites do país.

LinkedIn desmente Moraes

Outro tema do programa será o pedido do ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe G. Martins, ao ministro Alexandre de Moraes, para reconsiderar a decisão que determinou sua prisão, após suposto uso da rede social LinkedIn. Os advogados pedem a inclusão, nos autos, de registros obtidos junto à Microsoft, responsável pela rede social, que demonstrariam que "não houve acesso ao site nem pelo réu nem por terceira pessoa, [...] demonstrando que a decretação da prisão foi precipitada, desarrazoada e intempestiva".

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