
O quarto protesto “Fora Temer” após a confirmação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) aconteceu na noite desta terça-feira (6) e contou com a presença de mais de mil pessoas, segundo a Polícia Militar (PM); e mais de 5 mil na contagem dos manifestantes. Com a presença do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o protesto também foi menos violento que o do último domingo (4) e registrou apenas um ato isolado de violência.
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A marcha começou na Praça 19 de Dezembro, no Centro, e seguiu até a Boca Maldita, tradicional palco de manifestações na capital paranaense. Durante o trajeto, os participantes seguiram o comando do MST, que está acampado em frente à sede do Incra desde segunda-feira (5). Mais organizada, a manifestação deixou menos espaço para a atuação dos “black blocs”. Em determinados momentos, os próprios manifestantes dissuadiram os mascarados de praticarem atos violentos.
Segundo o major Alex Breunig, da PM, a manifestação também registrou menos pichações e vandalismo que nas edições anteriores. “Talvez porque o MST esteja junto com os manifestantes e o histórico deles em Curitiba não é de depredações e de manifestações violentas”, avalia. Desta vez, ao contrário de protestos anteriores, houve policiamento mais ostensivo acompanhando o ato do início ao fim.
De acordo com Roberto Baggio, da coordenação do MST, o movimento está na cidade para a jornada de luta pela reforma agrária e aproveitou a presença para reforçar o ato do “Fora Temer”. “É um governo ilegítimo, ilegal. Nossa luta é pela democracia, então tem que prevalecer a democracia e a vontade popular, afirmou. Segundo o MST, mais de mil integrantes do grupo participaram do ato desta terça-feira.
Jovem foi preso por desacato e dano ao patrimônio público
No ato mais grave registrado durante o protesto, um estudante de 24 anos, identificado como Felipe, foi preso pela PM. Segundo o major Alex Breunig, ele danificou uma viatura da polícia e xingou insistentemente um policial militar. O major explicou que, de modo geral, o clima tem sido de animosidade dos manifestantes em relação à PM, entretanto, as ofensas acontecem de modo genérico. “Nesse caso em específico o policial foi ofendido pessoalmente, várias vezes”, afirmou.
O estudante foi levado ao 1º Distrito Policial (DP), no Centro. Lá, segundo a advogada Camila Fronza de Camargo, que participava da manifestação e foi ao DP acompanhar o caso, foi feita formalização do Boletim de Ocorrência (BO). Até as 22h30, o estudante detido não havia sido liberado.
Depois do fim do ato, cerca de 50 manifestantes – na maioria “black blocs” – foram para o Distrito Policial. Eles interromperam o tráfego na rua André de Barros, o que causou impaciência nos motoristas. Outro momento de tensão neste trajeto foi quando uma das manifestantes, que sofre de asma, passou mal e teve que ser socorrida. Depois de ficarem por cerca de meia hora em frente à delegacia, o grupo dispersou.

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Jovem é preso, acusado de danificar uma viatura e xingar insistentemente um policial militar

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Manifestantes foram até o 1º Distrito Policial (DP) para protestar contra a prisão do colega; eles chegaram a bloquear o trânsito na rua André de Barros

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Manifestantes foram até o 1º Distrito Policial (DP) para protestar contra a prisão do colega; eles chegaram a bloquear o trânsito na rua André de Barros

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Manifestantes foram até o 1º Distrito Policial (DP) para protestar contra a prisão do colega; eles chegaram a bloquear o trânsito na rua André de Barros



