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Alexandre Borges

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Charles Manson, um influencer

  • Alexandre BorgesPor Alexandre Borges
  • 22/02/2021 10:02
Charles Milles Manson.
Charles Milles Manson.| Foto:

Roani Sampaio, a “Miss Sempre Linda”, é uma jovem de 19 anos que tentava a vida como influenciadora digital até ser protagonista de um crime que poderia ter acabado em tragédia. Seu perfil pessoal no Instagram tem quase 30 mil seguidores, gente que acompanha suas fotos de biquíni, entre outras banalidades de adolescente.

Numa visita à São Luís (MA), o empresário Abel Landim conheceu Roani e marcaram um encontro na sua casa em Teresina. Segundo a polícia, a influenciadora combinou com o namorado Francisco Moisés Júnior, 26 anos, assaltar a casa do empresário enquanto ela estivesse lá.

Os bandidos entraram na casa de Landim, como planejado. Ele foi amarrado, imobilizado e agredido. A vítima desconfiou das atitudes de Roani, que acabou sendo desmascarada e presa com o namorado. O caso é recente e ainda está sendo investigado. A imprensa local diz que a influenciadora é prostituta e estava fazendo sexo com Landim quando seus comparsas chegaram.

O empresário disse que “confiou” e convidou uma estranha para sua casa por ser “uma pessoa pública”. O influenciador digital hoje não é apenas alguém que chama atenção, como Roani Sampaio, pelas fotos desinibidas, pelas platitudes que diz ou pelas bugigangas que vende. Há um mercado bilionário de “marketing de influência” que vai muito além do número de seguidores de um perfil em redes sociais ou audiência em lives, dados falseáveis com robôs.

Foi pelo carisma e poder de influência que Charles Milles Manson (1934-2017) conseguiu chocar a América no final da década de 60 e enterrar a ideia de que tudo que envolvia a geração Woodstock era apenas rebeldia, sexo livre, drogas, música e uma negação do estilo de vida dos pais, como mostra o mais recente filme de Aaron Sorkin, o hagiográfico e apologético “Os 7 de Chicago”.

Manson foi um homem do seu tempo. Criou uma comunidade alternativa que chamava de “família”, uma ideologia antissistema com uma escatologia própria, um discurso pronto para que “homens de ação” cometessem crimes hediondos em nome de suas visões lisérgicas. Usando jovens desmiolados como armas, Manson fez de suas ideias o gatilho.

Não há provas de que Manson tenha participado diretamente dos crimes conhecidos como “Tate-LaBianca”, que incluíram o assassinato da atriz Sharon Tate que chocou o mundo, ou que tenha matado qualquer uma daquelas setes pessoas. Mesmo assim, Manson foi condenado a morte, pena depois comutada para prisão perpétua, pelo conjunto de ideias que colocou na cabeça dos autores dos homicídios brutais de 9 e 10 de agosto de 1969 em Los Angeles.

Um dos mais famosos criminosos de todos os tempos era também um músico frustrado e um manipulador muito acima do normal, como mostra a série “Mindhunter” e o premiado filme “Once Upon a Time in Hollywood”, de Quentin Tarantino, ambos disponíveis no streaming. Ele começou seduzindo mulheres adolescentes e depois, com o tempo, sua “família” foi abrigando homens e se tornando uma “comunidade” com todos os requisitos de seita. Seus seguidores acreditavam que Manson tinha dons sobrenaturais, era um enviado de Deus e que estava “sempre certo”. O consumo desenfreado de LSD tirou o que ainda restava de racionalidade na mente daqueles jovens que se tornaram instrumentos para a fúria assassina do líder.

Sem acesso à internet ou redes sociais, encarcerado por quase 50 anos, Manson fazia parte da imaginação popular e exercia um claro fascínio sobre muita gente. Mesmo preso e condenado, há relatos de que recebia dezenas de milhares de cartas por dia, muitas delas de mulheres pedindo o monstro em casamento. Um tempo em que ele estivesse espalhando ideias nas redes sociais não seria melhor, para dizer o mínimo.

Um novo mundo cria novas possibilidades, oportunidades e problemas que demandam atenção da sociedade, em especial dos legisladores e do judiciário. Como responsabilizar um influenciador digital que dissemina ideias tóxicas por crimes cometidos por seguidores de miolo mole sem cercear a liberdade de expressão? Por que um influencer é menos responsável do que Manson por crimes que não participou, mas incutiu na cabeça de seus seguidores?

Se não há participação direta no ato delituoso, é possível estabelecer um nexo causal entre o que diz o influenciador digital e o que fazem idiotas que cometem atrocidades a partir de comandos, explícitos ou não, dados por ele em seus perfis? Como identificar e punir o Charles Manson digital dos dias de hoje?

O brasileiro tem o pé atrás em relação ao “establishment”, o “sistema” e as “elites”, e há motivos de sobra para isso. Desde os tempos coloniais, é governado por uma oligarquia com pouca empatia e que mantém uma relação extrativista e vampiresca com o país. É desse desdém que nasce o joio populista, messiânico e demagógico de políticos que, em nome do povo, jogam o Brasil ainda mais fundo no poço da miséria e do atraso.

Um povo cético e reticente em relação às instituições democráticas e à elite é um terreno fértil para todo tipo de aproveitador e golpista. As redes sociais não inventaram as práticas de gente como Roani Sampaio, mas amplificaram exponencialmente seu alcance. Basta um celular na mão para se tornar um influenciador e, seguindo alguns passos básicos com algum talento e dedicação, a fama, o poder e a fortuna não estão muito distantes.

Não vou especular como o guru hippie satânico da vida real se sairia se estivesse na casa dos 35 anos hoje, como na época dos seus crimes mais famosos, e pudesse dispor das redes sociais para espalhar sua ideologia e angariar seguidores, explorando as fragilidades, ressentimentos e falta de propósito de muitos jovens perdidos, sem estrutura familiar e sólidos valores morais, mas é impossível fingir que o problema não existe.

É perfeitamente possível que se Manson se tornasse um influenciador digital relevante o suficiente para causar estragos de grandes proporções. Se não refletirmos sobre estes riscos e pagarmos para ver, o final da história pode ser um Helter Skelter.

22 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 22 ]

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  • S

    Sayd Santiago

    ± 0 minutos

    SUCESSO X FALHANÇO. Toda a trajetória da humanidade foi desenhada a partir da iniciativa de grandes líderes. Toda. Seja ele secular ou atemporal, o séquito o acompanha em face de suas ideias e sugestões, jamais pelo simples exercício do livre arbítrio. Em caso de sucesso, são festejados, homenageados, prestigiados e copiados, redundando numa corrente de seguidores que pode se perpetuar por anos, com forte influência no feitio social. Portanto, é justo, plenamente justo, que, em se mostrando malignas, pervertidas e corruptíveis, deve o líder ser responsabilizado por suas pregações. Que seja glorificado pelo sucesso ou, “mutatis mutandis”, penalizado pelo falhanço.

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    • R

      Roberto Fakir

      ± 1 horas

      Hoje tem gente que se diz influencer e são apenas pedófilos acobertados por LEIS e bigtechs e até apoiados por pessoas da "lei" que se dizem "intelectuais" do direito (sic).

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      • R

        Renata de Paula Xavier Moro

        ± 7 horas

        Estou pensando aqui no documentário “O Dilema das Redes”, bem interessante mas que peca, na minha opinião, ao colocar os idealizadores e administradores das redes como únicos responsáveis pelo “vício” dos usuários nelas e pela manipulação que daí passam a sofrer. Esquecem do papel dos próprios usuários, que afinal escolhem o que querem postar, quem querem seguir e no que querem acreditar. Charles Manson era um doido perigoso que conseguiu agir porque encontrou outros doidos cabeças-fracas parecidos com ele, só que mais burros e sem senso crítico. Hitler conseguiu sucesso junto a uma população inteira porque encontrou terreno fértil pra seus delírios. Uma andorinha só não faz verão...

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          Roberto Fakir

          ± 58 minutos

          Se um maluco consegue tudo isso, imagine um time com 11 malucos. E haja terreno fértil no jornalismo lacrador e raivoso para difundir as ideias de um time de 11 esquizofrenicos seguidores de outros esquizofrenicos. Mundo maluco. Brasil maluco.

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      • A

        Alexandre Sanches dos Santos

        ± 8 horas

        Existe uma essencial diferença entre cometer um crime e “supostamente” incitar pessoas ao ato em si. A diferença está no próprio cometimento do crime. Não se pode condenar a pessoa por um crime que ela ainda vai cometer. No caso da influencer citada, o crime aconteceu e poderemos associar uma coisa (sua influência sobre adolescentes) a outra (crime cometido e suposta ingenuidade da vítima que caiu no golpe). O caso de Manson pode ser entendido como formação de grupo criminoso, que de maneira singular utilizou-se da inversão de valores morais, religiosos e éticos propagados no momento cultural a época para explorar uma mácula já existente no caráter de seus seguidores.

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        • J

          João Martins Donizete

          ± 16 horas

          É melhor correr esse risco, isso é, sem nenhuma censura. Pelos menos teremos pontos de vistas díspares ou antagônicos. O que é muito, mas muito mais perigoso, é deixar que as ditas big techs controle o que elas querem controlar e manipular num só pensamento, numa só visão como se fôssemos uma manada. Um louco e seus amestrados é simplesmente um louco e seus seguidores. Já um país amelhado e sucumbido por uma turma de ricaços progressistas já estamos vendo o mal se espalhando, até porque eles escolhem os seus próprios "influenciadores".

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          • L

            Luigi Tenco

            ± 16 horas

            Dois anos atrás, o título da matéria seria: "Charles Manson, um coacher." kkkkk Como nulidades ganham evidência assumindo um título oco e ridículo, mas que soa sofisticado pra patuleia? Quantas prostitutas se diziam "modelos" há uns 10 anos?

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              Luigi Tenco

              ± 6 horas

              Tô meio por fora: casei há 9 anos.

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            • L

              LSB

              ± 15 horas

              Há 10 anos?!!!

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          • B

            Bruno Santos Teles

            ± 17 horas

            Manson era o mandante, é um pouco diferente de ser influenciador

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            • R

              Roberto Fakir

              ± 17 horas

              Então Alexandre, acho que o Felipe Neto tem que ter prisão perpétua por influenciar a cabeça do Alexandre de Moraes e do Roberto Barroso. Também acho que merece cadeia e reclusão o Stedille por mexer com a cabeça do Gilmar Mendes e do Fachin. Pior é o Lula, como influencer, que colocou besteiras e estrume na cabeça do Lewandowski e do Toffoli. Ai sobram Rosinha, Cármen Lúcia (aquela do cala boca já morreu), do cabeleira e gola piolim whisk 12 anos já com as cabeças totalmente torradas.

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                LSB

                ± 19 horas

                Caro Alexandre, concordo em partes (principalmente na observação da idiossincrasia brasileira). No entanto, vc quer responsabilizar desconhecidos distantes pelos crimes/erros de jovens/adolescentes sem sequer questionar a responsabilidades dos pais??!? Qual o sentido/lógica/racional de vc colocar mais responsabilidade legal sobre um “influencer” dos q sobre os pais? Quem tem ou deveria ter mais responsabilidade?? Exceto se vc considerar os pais “irresponsáveis” legalmente!!! Se um “influencer” for condenado por ter influenciado um jovem a cometer crime, por que assumir q os pais não têm responsabilidade alguma de influenciar ou sobre “o resultado final”? Ou não se trata apenas de jovens? —>

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                  Renata de Paula Xavier Moro

                  ± 7 horas

                  Verdade, só que tem muito doido clínico por aí, psicopatas que nem os melhores pais do mundo conseguem segurar. O cérebro da pessoa simplesmente não funciona direito.

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                • L

                  LSB

                  ± 18 horas

                  —>Ou seja, se um quarentão, um sr. de 50 ou 60 anos, uma mulher de mais de 30, cometer um crime e dizer q foi “ideia” de um “influencer”, este será responsabilizado? Até de adultos vamos desconsiderar o livre arbítrio TOTAL (ou seja, vamos desconsiderá-los totalmente independentes e responsáveis pelos seus atos)? No fim do artigo vc “toca” no ponto “família, valores, formação, educação, etc.”; pois bem, não é essa exatamente a questão/linha q tem q ser discutida? Ou vamos ficar procurando novas soluções - questionáveis, ambíguas e arriscadas - por não querermos/termos coragem de discutir aqueles pontos q são a verdadeira causa do problema (e, por óbvio, fonte de uma verdadeira solução)?

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              • A

                Anna

                ± 19 horas

                Líderes de seita, condenados ou nāo, do passado sem internet ou dos tempos de hoje sempre terāo seus súditos, seguidores cegos. Nāo vejo diferença na cegueira dos seguidores de um Charles Manson, um Jim Jones, um Rajeneesh da vida com os do Lulopetismo. Fanáticos iguais.

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                • J

                  João Mauricio

                  ± 13 horas

                  Coloque a seita Bolsonarista na sua cesta cara Anna!!

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              • A

                Ana Lucia Jardim

                ± 19 horas

                Excelente!!!

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                • W

                  Waldemir

                  ± 19 horas

                  Boa analogia!

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                  • J

                    João Mauricio

                    ± 19 horas

                    Muito bom texto Alexandre Borges. Essa turma que é contra a prisão do deputado Daniel Silveira, principalmente os membos da seita bolsonarista, deveria ler e reler o seu texto e tentar raciocinar e se aprofundar um pouco no assunto, e enxergar o risco que representa para a nossa sociedade, pessoas iguais ao Daniel Silveira, Sara Winter, Allan dos Santos, e outros extremistas.

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                    • J

                      João Mauricio

                      ± 13 horas

                      LSB, não preciso que vc me leve a sério. è preciso que vc expanda a sua mente, e saia um pouco da fixação que vc tem pelo Bolsonarismo, que vc compreenderá melhor o que o Alexandre Borges está transmitindo ao leitores.

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                    • L

                      LSB

                      ± 19 horas

                      Ponha/defenda toda a esquerda motivo na cadeia (e pelo mesmo motivo) e então te levo a sério.

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                  • R

                    RADAMES MANOSSO

                    ± 20 horas

                    Não entendi qual é a mensagem por trás dos causos contados. Espero que o articulista não esteja justificando censura nas redes, fact checkers, banimentos, etc. Minha imagem do articulista é de um conservador que luta pela liberdade de expressão independente de quem se expressa. Casos extremos fora da curva não servem de justificativa para relativizar a liberdade de expressão.

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