
A Citroën quer aproveitar o domínio do Honda HR-V e Jeep Renegade entre os SUVs compactos para tirar uma ‘casquinha’ de Ford EcoSport e Renault Duster, que perderam a preferência do consumidor no segmento. A marca apresenta o novo Aircross e aposta na atualização da aparência aventureira do carro para surfar na onda dos utilitários urbanos, apesar de ser um monovolume.
Produzido sob a plataforma do C3 Picasso, que deixará de ser vendido no país, a novidade chega às lojas em quatro versões, com preços que variam de R$ 49,9 mil a R$ 69,2 mil. O trunfo para sonhar mais alto está, principalmente, na evolução estética.
O modelo segue o design de projetos mais recentes da fabricante francesa, como o crossover europeu Cactus,que se destaca pelo visual futurista. A minivan conta com novo desenho nos para-choques dianteiro e traseiro, faróis com projetores integrados, grade redesenhada, luzes diurnas em led e faróis de neblina.
Por fora ainda recebeu novas rodas de liga leve aro 16, protetores laterais e tampa traseira sem adição do estepe nas duas versões inéditas mais acessíveis.
Por dentro, a linha 2016 vem com mudanças no painel, que agora dispõe de difusores de ar quadrados e acabamento em tonalidade cinza, direção elétrica de série, central multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas, que espelha smartphones (opcional nas versões intermediárias e de fábrica na topo de linha), câmera de ré, indicador de mudança de marchas e paddle shifts para troca de marchas ao volante (disponível nas configurações com câmbio automático).
Feito em Porto Real (RJ), o novo Aircross vem nas versões Start, Live, Feel e Shine, e mantém os motores 1.5 8V Flex, com até 93 cv, e 1.6 16V StartFlex, de até 122 cv, associados à transmissão manual de cinco marchas ou automática com quatro velocidades.

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