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Uma projeção da autoridade eleitoral da Suécia indicou que a coalizão de centro-esquerda da ex-primeira-ministra Magdalena Andersson deve vencer a eleição nacional no país nórdico, realizada neste domingo (13).
Dados preliminares indicam que os partidos que apoiam Andersson devem conquistar 176 das 349 cadeiras no Parlamento sueco, enquanto a coalizão do atual premiê, o conservador Ulf Kristersson, obteria 173 assentos.
As maiores perdas para o bloco que atualmente governa a Suécia ocorreram no partido de direita nacionalista Democratas Suecos. Um dos principais apoiadores das regras de imigração mais rígidas aplicadas pelo governo nos últimos anos, o partido acumula 11 cadeiras perdidas na apuração, que está em 94,7% dos votos.
A previsão é que o resultado final só seja anunciado na quarta-feira (16). Com esses resultados apertados, Ulf Kristersson não admitiu derrota por enquanto.
Especialistas projetam que, mesmo que a vitória da centro-esquerda seja confirmada, dificilmente a Suécia retornará às normas de migração mais soltas do primeiro mandato de Andersson (2021-2022).
“Acredito que a mudança mais ampla em direção a uma política migratória sueca mais rigorosa veio, em grande parte, para ficar”, disse Niklas Bohlin, cientista político da Universidade do Centro da Suécia, em entrevista à agência Reuters.







