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Presidente dos EUA

Trump diz que está “observando tudo” e acompanhando eleição no Brasil “muito de perto”

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Questionado se apoiaria Flávio Bolsonaro, presidente Trump não respondeu diretamente e disse acompanhar a eleição brasileira “muito de perto”. (Foto: ANNABELLE GORDON/EFE/EPA/POOL)

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (2) que está "observando tudo" e acompanhando “muito de perto” a eleição presidencial no Brasil deste domingo (4). A declaração foi dada após Trump ser questionado por um jornalista se apoiaria o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência brasileira.

“Bem, estamos observando tudo e acompanhando essa eleição muito de perto”, respondeu Trump, sem dizer se apoiaria ou não o candidato de direita.

A declaração ocorreu durante uma conversa do presidente americano com jornalistas no gramado da Casa Branca, pouco antes de Trump embarcar no Marine One para iniciar uma viagem a Mobile, no Alabama, onde faria um discurso.

Foi a segunda vez em dois dias que Trump comentou publicamente sobre a eleição brasileira. Na quinta-feira (1º), também ao conversar com jornalistas antes de deixar a Casa Branca, o presidente americano já havia dito que acompanhava a eleição no Brasil “muito de perto” e classificou o pleito como “muito importante”.

“O Brasil é um país muito importante. É um grande país. As pessoas no Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante”, afirmou na ocasião.

Trump já recebeu Flávio Bolsonaro na Casa Branca. Em maio, o senador esteve com o presidente americano no Salão Oval, em um encontro fechado à imprensa. Após a reunião, Flávio disse que os dois conversaram sobre o combate ao crime organizado, tarifas comerciais, terras raras e minerais críticos.

As declarações de Trump sobre a eleição ocorrem em meio a acusações do governo Lula de que os Estados Unidos estariam tentando interferir no processo eleitoral brasileiro. No final de setembro, a porta-voz do Departamento de Estado Amanda Roberson afirmou que interferir em eleições de outros países não faz parte da estratégia dos Estados Unidos. Ela disse ainda que Washington quer eleições livres e transparentes no Brasil e trabalhará com o governo escolhido pelos brasileiros, independentemente de sua posição política.

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