Os supersalários no setor público – especialmente os pagos a membros do Judiciário e do Ministério Público – se tornaram um escândalo nacional pela naturalidade com que os “penduricalhos” foram sendo adotados e, agora, praticamente legalizados no Supremo Tribunal Federal. O presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, mostra como a letra da Constituição sobre o teto da remuneração do serviço público foi abolida, mas ressalta: a inconstitucionalidade dos penduricalhos já é grave, mas ainda pior é a imoralidade de um grupo sempre ávido por remunerações ainda maiores, que os descolam totalmente da realidade do cidadão a quem essas pessoas deveriam servir, comprometendo a credibilidade das instituições.
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Editorial – vídeo
Mais que ilegais, os penduricalhos são imorais

14/07/2026 às 07:30
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