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O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, afirmou que foi comunicado pelo YouTube de que está proibido de criar novos canais ou monetizar conteúdos na plataforma. A plataforma informou de forma genérica apenas que houve "violação das diretrizes".
O canal, chamado de Bruno Aiub Show, havia sido criado recentemente e foi removido pela plataforma dias depois de entrar no ar. Segundo a defesa, o único conteúdo publicado até então era um vídeo de apresentação, no qual ele fazia um tour pelos estúdios onde aconteceriam as futuras gravações.
O banimento atual, no entanto, deve ter ocorrido devido a outro processo interno da plataforma que proibiu permanentemente o influeciador de criar novas contas, em 2024. À época, Monark também não foi informado sobre quais foram os motivos que levaram a empresa a tomar a decisão.
Monark defendeu legalização de partidos nazistas em 2022
Em fevereiro de 2022, Monark quando era apresentador do podcast Flow, Monark defendeu a legalização de partidos nazistas e afirmou que as pessoas deveriam ter o direito de serem “anti-judeus”. As declarações tiveram forte repercussão negativa. No dia seguinte, ele deixou a apresentação do programa e se desligou da empresa.
Monark também foi incluído em um inquérito de envolvidos no 8 de janeiro por questionar o funcionamento do sistema eleitoral. O ministro Alexandre de Moraes chegou a proibir que o influenciador tivesse redes sociais. A decisão, no entanto, foi derrubada em fevereiro de 2025.
“Eu sofri as consequências: perdi o Flow, saí do emprego e do meu próprio programa. Pedi desculpas várias vezes, mas as retaliações não acabam. Parece que pessoas muito poderosas querem me destruir completamente”, disse à época. “Errar, eu errei, mas as consequências estão muito fora de proporção”, concluiu Monark.
A matéria utilizou informações de um vídeo publicado por Monark em 2022 como se fossem relativas ao caso de 2026.
Corrigido em 08/05/2026 às 16:11
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