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Danilo de Almeida Martins

Danilo de Almeida Martins

Poder da Oração

Graças a Deus, Justiça dá 72 horas para reimplantarem a Assistolia Fetal em Brasília

Um pequeno grupo de pessoas coordenadas pelo Sr. Francisco Abreu deu início a uma jornada de 40 dias de oração e jejum realizada em frente ao Hospital Materno Infantil de Brasília. (Foto: Francisco Abreu / Arquivo Pessoal)

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Um governo envolto em escândalos de corrupção, defensor do assassinato de inocentes bebês, contrário à pauta da família e da liberdade; um processo eleitoral extremamente confuso, desprovido de qualquer transparência e uma Suprema Corte politizada.

Por este país afora, em maior ou menor grau, estas foram as causas dos pedidos que elevaram milhares de preces para que Deus livrasse nossa Nação do mal que a aflige.

Passadas as eleições, muitos se encontram desanimados e desesperançosos, pensando que suas orações foram em vão.

No entanto, uma decisão da Justiça do Distrito Federal veio comprovar o poder de se perseverar na oração e essa história serve de exemplo a todos os que estão em um estado de desânimo profundo, de uma completa apatia na vida espiritual.

No último dia 29 de outubro, uma decisão de um juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal ordenou que o Governo reestruturasse, no prazo de 72 horas, o serviço de abortamento de crianças por Assistolia Fetal no Hospital Materno Infantil de Brasília, o HMIB.

Paralelamente a esta abominável decisão, 37 dias antes, um pequeno grupo de pessoas coordenadas pelo Sr. Francisco Abreu deu início a uma jornada de 40 dias de oração e jejum realizada em frente ao mesmo hospital, seguindo uma campanha internacional que surgiu no Texas, EUA.

O 40daysforlife.com teve início em 2007 e já alcançou mais de 1000 cidades espalhadas por 70 países, sendo presidida, no Brasil, pela sra. Zezé Luz. Em vigília pacífica, seus integrantes se colocam em frente a clínicas de aborto da Planned Parenthood ou em outros estabelecimentos e hospitais que realizam abortos para testemunhar e levar uma mensagem de esperança e vida às pessoas e interceder pelas pobres crianças que são assassinadas nesses locais.

Coincidentemente – ou melhor, providencialmente – o término dos 40 dias de oração e jejum promovidos em Brasília em frente ao HMIB correspondeu exatamente com o fim do prazo de 72 horas dado pelo Juiz para que o Governo do Distrito Federal implementasse novamente a Assistolia Fetal no DF.

Em um primeiro momento, alguns desavisados podem achar que a ordem judicial é contrária às expectativas orantes daquele pequeno grupo de pessoas que se dispuseram a doar um pouco de suas vidas pelos vulneráveis bebês, mas os fatos que culminaram com o ajuizamento da ação civil pública nos mostram exatamente o contrário.

Esta ação, que foi promovida (pasmem!) pelo Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal, se deu justamente por causa da ausência de médicos profissionais que se dispõem a praticar o ato de inserir uma agulha no coração do bebezinho, injetando um ácido que queima lentamente o seu coração até resultar em uma parada cardíaca.

Uma situação aparentemente sem solução foi milagrosamente resolvida com a força da oração e do sacrifício de alguns poucos e bondosos cidadãos

Entre os ginecologistas obstetras que ali exercem suas funções, quase todos exerceram seu direito à objeção de consciência e apenas dois profissionais se mostraram suficientemente apáticos para realizar esta conduta e conseguir dormir tranquilos à noite.

Por razões que somente Deus conhece, um destes médicos pediu exoneração do cargo e a prática da Assistolia Fetal naquele hospital restou seriamente prejudicada. Com isso, os abortistas se desesperaram e ingressaram com essa ação judicial que culminou com a absurda decisão do juiz, que a partir de uma ação de um sindicato de enfermeiros, quer impor uma obrigação à classe médica, obrigando o GDF a contratar um ginecologista que realize a tortura da Assistolia Fetal.

A decisão é tão surreal que o magistrado não teve nem mesmo a hombridade de dar o verdadeiro nome ao que estava sendo objeto de julgamento, disfarçando a crueldade de sua decisão com o eufemismo de chamar a Assistolia Fetal de “esvaziamento uterino”.

Ao fim e ao cabo, o que vemos é a ação invisível da mão de Deus intervindo na história por meio dos incessantes e clamorosos pedidos de um pequeno grupo de pessoas. Uma situação aparentemente sem solução foi milagrosamente resolvida com a força da oração e do sacrifício de alguns poucos e bondosos cidadãos.

Quando se ora e jejua com um espírito quebrantado, arrependido e contrito, Deus ouve nossa súplica e, a Seu tempo, cura as feridas de seu povo.

Assim, seguindo o exemplo destes perseverantes membros do movimento 40daysforlife, não desanimemos. Sigamos sempre nosso dever de continuar fazendo o bem e não deixemos de orar e interceder por nosso país.

O simples ato de pedir exige humildade para reconhecermos que não podemos resolver nossos problemas sozinhos e isso é a condição necessária para se abrir espaço à ação divina, que tem o seu próprio tempo e modo de agir.

Perseveremos!

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