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Danilo de Almeida Martins

Danilo de Almeida Martins

PT e aborto

Holocausto silencioso: o que três substâncias químicas têm a ensinar a Ana Elisa?

Vivemos um holocausto silencioso, um genocídio em massa: o aborto, que o PT, partido da nossa mais nova deputada, apoia e tenta liberar. (Foto: ChatGPT sobre foto de Ricardo Stuckert/Lula Oficial)

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Nos últimos dias, uma menina tem tomado as telas dos smartphones. Com uma autoproclamada religiosidade marcada pela devoção católica e com fortes laços culturais de tradições de matriz africana, Ana Elisa Santos Silva (PT-MG), deputada federal eleita por Minas Gerais, foi elevada à nova porta-voz da campanha presidencial do PT.

Além de já ter assumido que é favorável ao aborto, no último final de semana, Ana Elisa postou nas redes sociais um vídeo em que tenta associar a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência com a ascensão do nazismo na Alemanha do século passado.

De caráter claramente progressista e impulsiva, sua tenra idade talvez a esteja impedindo de enxergar alguns fatores que podem fazer com que ela alcance uma conclusão diametralmente oposta à que ela chegou, e quem irá ajudá-la nesse processo são três agentes químicos: o Zyklon B, o KCl e o C₂₂H₃₈O₅.

A mais jovem negra eleita como deputada federal sabe que o nazismo se caracterizou por uma perseguição e assassinato sistemático de cerca de 6 milhões de judeus e de outras minorias, patrocinados pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães de Adolf Hitler.

Valendo-se de eufemismos para disfarçar a natureza real de seus crimes, o termo “Solução Final” foi empregado pelo partido para se referir ao plano de aniquilação total dos judeus, e o uso do Zyklon B foi essencial para o cumprimento desse objetivo, que teve como principal implementador da prática o tenente-coronel da SS, Obersturmbannführer Otto Adolf Eichmann.

Com uma rápida volatilidade em ambientes fechados, ao ser inalado, o Zyklon B entrava nos pulmões e alcançava a corrente sanguínea. Diferentemente de uma simples falta de oxigênio, o íon cianeto bloqueava a respiração celular e gerava um efeito assustador: a vítima continuava respirando, o oxigênio circulava, mas o corpo não era capaz de utilizá-lo para produzir energia.

Com a respiração celular bloqueada, o cérebro entrava em colapso metabólico, gerando confusão, desorientação e perda de consciência. Os primeiros momentos eram marcados por pânico, sensação de sufocamento e uma intensa dor física.

Hoje, vivemos um outro holocausto, só que este é silencioso. Tal como aquele promovido por Hitler, um verdadeiro assassinato em massa assola nosso país, e o partido de nossa mais nova deputada não só o aprova como tenta, a todo custo, promover sua liberação.

Assim como fizeram os nazistas, eles também se valem de um eufemismo, denominando-o “direitos sexuais reprodutivos”, no intuito de tentar suavizar e enganar as pessoas sobre a cruel realidade do aborto

Este assassinato é comumente realizado por meio de um éster metílico (C₂₂H₃₈O₅) ou de um sal, o KCl, a depender da idade da vítima. Para os mais jovens, o éster de nome comercial Misoprostol ou Cytotec promove contrações uterinas que são comparáveis à força de um atropelamento de um veículo a 80 km/h, expulsando o bebê do útero e levando-o à morte.

O cloreto de potássio (KCl), por sua vez, é injetado diretamente no coração do bebezinho que já tinha idade gestacional capaz de lhe garantir a sobrevivência fora do útero materno.

PT, PSOL e outros partidos de esquerda são favoráveis a este assassinato em massa, um covarde aniquilamento que, de forma lenta e gradual, queima quimicamente o bebê sem nenhuma anestesia, em um método que é totalmente proibido de ser feito sem a sedação completa na eutanásia dos animais ou na execução da pena de morte, nos países em que ela é aceita.

Para se ter uma vaga ideia da dor que o bebê sente ao receber as várias injeções de cloreto de potássio, basta sabermos que a injeção é dolorosíssima (equivalente a um infarto do miocárdio) e que a densidade de terminações nervosas na pele de fetos e recém-nascidos é três vezes maior do que a de um adulto. Para piorar, as vias de inibição da dor em um bebê ainda são imaturas e só se desenvolvem após o nascimento.

Adeptos da tortura e do genocídio em massa, defensores do controle estatal sobre as pessoas e sobre o mercado, portadores de uma denominação partidária similar e com a mesma cor em suas bandeiras, cremos que, se a jovem deputada efetuar uma sincera revisão de sua tese, forçosamente será obrigada a concordar que o seu partido tem muito mais semelhanças com o nazismo e suas crueldades do que qualquer outra agremiação política em nosso país.

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