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Questionamento do PT

Meta atribui menor alcance de Lula nas redes a falhas técnicas

A carregar mensagens mais antigas… e agora meta que não repita o SEO Meta description: Empresa nega favorecer Flávio Bolsonaro, enquanto TSE cobra esclarecimentos sobre as restrições às publicações da campanha petista. faça autoral: "A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato", afirma o texto. Como justificativa, a Meta afirma que "a integridade eleitoral é uma prioridade" e menciona a cooperação mantida com a Justiça Eleitoral brasileira. Segundo o documento, a empresa atua em conjunto com o TSE para identificar ameaças, combater problemas que possam comprometer o processo democrático e oferecer informações confiáveis aos eleitores. A Meta argumenta que seu histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a acusação de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirma a empresa. A plataforma também destaca a prioridade que atribui à integridade eleitoral e a parceria com a Justiça Eleitoral brasileira. No documento, sustenta que trabalha com o TSE para detectar ameaças, enfrentar problemas que coloquem em risco o processo democrático e disponibilizar informações confiáveis aos eleitores. Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação do PT, a página de Flávio Bolsonaro registrava engajamento médio 2,96 vezes superior ao de Lula, apesar de ter 17,2% menos seguidores. Para o PT, as restrições afetam diretamente pautas como o fim das apostas on-line, da escala de trabalho 6x1 e o que a sigla chama de “tesouraço” contra programas sociais. No sábado (10) A coligação do presidente Lula (PT) acionou o TSE e a ANPD. O ministro Marco Aurélio Bellizze proferiu a decisão no mesmo dia, 10 de outubro de 2026 (sábado), determinando o prazo de 48 horas para a Meta se explicar. A Meta se manifestou logo após a decisão em 11 de outubro, rejeitando as acusações o TSE estabeleceu prazo de 48 horas para que a Meta responda às acusações sobre as restrições ao alcance das publicações da campanha petista. A Meta argumenta que seu histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a acusação de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirma a empresa. A plataforma também destaca a prioridade que atribui à integridade eleitoral e a parceria com a Justiça Eleitoral brasileira. No documento, sustenta que trabalha com o TSE para detectar ameaças, enfrentar problemas que coloquem em risco o processo democrático e disponibilizar informações confiáveis aos eleitores. … Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação do PT, a página de Flávio Bolsonaro registrava engajamento médio 2,96 vezes maior que a de Lula, embora tivesse 17,2% menos seguidores. Para a campanha petista, as restrições também prejudicam a divulgação de pautas como o fim das apostas on-line, da escala de trabalho 6x1 e o que a sigla classifica como “tesouraço” contra programas sociais. No sábado (10), a coligação de Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Na mesma data, o ministro Marco Aurélio Bellizze determinou que a Meta prestasse esclarecimentos em até 48 horas. A empresa se manifestou no domingo (11) e rejeitou as acusações. Em sua resposta, a Meta argumentou que o histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a hipótese de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirmou a empresa. A plataforma também declarou que considera a integridade eleitoral uma prioridade e ressaltou a cooperação com a Justiça Eleitoral brasileira. Segundo a Meta, o trabalho conjunto com o TSE busca identificar ameaças, combater problemas que possam comprometer o processo democrático e fornecer informações confiáveis aos eleitores. legenda curta geral Meta atribui a problemas técnicos a redução do alcance de publicações da campanha de Lula.
A carregar mensagens mais antigas… e agora meta que não repita o SEO Meta description: Empresa nega favorecer Flávio Bolsonaro, enquanto TSE cobra esclarecimentos sobre as restrições às publicações da campanha petista. faça autoral: "A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato", afirma o texto. Como justificativa, a Meta afirma que "a integridade eleitoral é uma prioridade" e menciona a cooperação mantida com a Justiça Eleitoral brasileira. Segundo o documento, a empresa atua em conjunto com o TSE para identificar ameaças, combater problemas que possam comprometer o processo democrático e oferecer informações confiáveis aos eleitores. A Meta argumenta que seu histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a acusação de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirma a empresa. A plataforma também destaca a prioridade que atribui à integridade eleitoral e a parceria com a Justiça Eleitoral brasileira. No documento, sustenta que trabalha com o TSE para detectar ameaças, enfrentar problemas que coloquem em risco o processo democrático e disponibilizar informações confiáveis aos eleitores. Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação do PT, a página de Flávio Bolsonaro registrava engajamento médio 2,96 vezes superior ao de Lula, apesar de ter 17,2% menos seguidores. Para o PT, as restrições afetam diretamente pautas como o fim das apostas on-line, da escala de trabalho 6x1 e o que a sigla chama de “tesouraço” contra programas sociais. No sábado (10) A coligação do presidente Lula (PT) acionou o TSE e a ANPD. O ministro Marco Aurélio Bellizze proferiu a decisão no mesmo dia, 10 de outubro de 2026 (sábado), determinando o prazo de 48 horas para a Meta se explicar. A Meta se manifestou logo após a decisão em 11 de outubro, rejeitando as acusações o TSE estabeleceu prazo de 48 horas para que a Meta responda às acusações sobre as restrições ao alcance das publicações da campanha petista. A Meta argumenta que seu histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a acusação de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirma a empresa. A plataforma também destaca a prioridade que atribui à integridade eleitoral e a parceria com a Justiça Eleitoral brasileira. No documento, sustenta que trabalha com o TSE para detectar ameaças, enfrentar problemas que coloquem em risco o processo democrático e disponibilizar informações confiáveis aos eleitores. … Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação do PT, a página de Flávio Bolsonaro registrava engajamento médio 2,96 vezes maior que a de Lula, embora tivesse 17,2% menos seguidores. Para a campanha petista, as restrições também prejudicam a divulgação de pautas como o fim das apostas on-line, da escala de trabalho 6x1 e o que a sigla classifica como “tesouraço” contra programas sociais. No sábado (10), a coligação de Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Na mesma data, o ministro Marco Aurélio Bellizze determinou que a Meta prestasse esclarecimentos em até 48 horas. A empresa se manifestou no domingo (11) e rejeitou as acusações. Em sua resposta, a Meta argumentou que o histórico de atuação em mais de 200 eleições desde 2016, incluindo as disputas brasileiras a partir de 2018, contraria a hipótese de favorecimento deliberado a um candidato. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirmou a empresa. A plataforma também declarou que considera a integridade eleitoral uma prioridade e ressaltou a cooperação com a Justiça Eleitoral brasileira. Segundo a Meta, o trabalho conjunto com o TSE busca identificar ameaças, combater problemas que possam comprometer o processo democrático e fornecer informações confiáveis aos eleitores. legenda curta geral Meta atribui a problemas técnicos a redução do alcance de publicações da campanha de Lula. (Foto: Ricardo Stuckert/Campanha PT)

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A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, atribuiu a “problemas técnicos” a queda no alcance de publicações relacionadas à campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A companhia, com sede nos Estados Unidos, negou que esteja favorecendo conteúdos do candidato Flávio Bolsonaro (PL), como sustenta a campanha petista.

A campanha de Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O PT aponta “fortes suspeitas de tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro em benefício da candidatura de Flávio Bolsonaro”.

Em nota, a Meta contestou as acusações e afirmou que as falhas mencionadas não atingiram apenas o Brasil ou contas específicas de suas redes. “As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”, declarou.

TSE cobra explicações da Meta sobre alcance de publicações de Lula

Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Comunicação do PT, a página de Flávio Bolsonaro registrava engajamento médio 2,96 vezes maior que a de Lula, embora tivesse 17,2% menos seguidores. Para a campanha petista, as restrições também prejudicam a divulgação de pautas como o fim das apostas on-line, da escala de trabalho 6x1 e o que a sigla classifica como “tesouraço” contra programas sociais.

No sábado (10), a coligação de Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Na mesma data, o ministro Marco Aurélio Bellizze determinou que a Meta prestasse esclarecimentos em até 48 horas.

A empresa se manifestou e rejeitou as acusações. “A conduta institucional do Facebook Brasil e da Meta ao longo de mais de 200 eleições desde 2016, e no Brasil desde 2018, não se compatibiliza, nem logicamente nem historicamente, com a tese de manipulação deliberada em favor de um candidato”, afirmou a empresa.

A plataforma também declarou que considera a integridade eleitoral uma prioridade e ressaltou a cooperação com a Justiça Eleitoral brasileira. Segundo a Meta, o trabalho conjunto com o TSE busca identificar ameaças, combater problemas que possam comprometer o processo democrático e fornecer informações confiáveis aos eleitores.

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