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Presidente norte-americano

Donald Trump e primeira-dama dos Estados Unidos são retirados de jantar após tiros

Agentes de segurança permanecem em alerta após disparos no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, participavam em Washington neste sábado (25). (Foto: EFE/EPA/Yuri Gripas)

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O Serviço Secreto dos Estados Unidos retirou o presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump, juntamente com outros integrantes do gabinete republicano, do salão onde ocorria o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, após serem ouvidos disparos de arma de fogo, segundo a agência EFE.

O evento foi realizado na noite deste sábado (25), no hotel Washington Hilton, na capital norte-americana. Vídeos registrados dentro do salão mostram convidados se jogando sob as mesas e buscando abrigo na festa com aproximadamente 2,5 mil convidados.

Trump e a primeira-dama Melania foram retirados do local pelo Serviço Secreto. (Foto: EFE/EPA/Yuri Gripas)

De acordo com a Fox News, o jornalista John Roberts relatou que tiros foram ouvidos e que o suspeito teria sido confrontado pelo Serviço Secreto. Ainda conforme a emissora, autoridades da Casa Branca informaram que Trump, Melania, o vice J.D. Vance e a assessora Karoline Leavitt estão em segurança.

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Os tiros, aparentemente entre três e quatro, ocorreram do lado de fora do salão principal do hotel Washington Hilton, segundo a EFE. Logo após os disparos, todos os ocupantes da mesa principal foram levados para um local seguro. Na sequência, agentes do Serviço Secreto entraram no salão portando rifles e orientaram os presentes a se abrigarem.

Minutos depois, os agentes passaram a solicitar a saída dos convidados, informando que o espaço havia se tornado “cena de um crime”, ainda conforme a EFE. Também foram retirados do local integrantes do governo que participavam da cerimônia, como o secretário de Estado, Marco Rubio; o secretário do Tesouro, Scott Bessent; e o secretário de Defesa, Pete Hegseth.

Até o momento, não há informações sobre o que teria motivado o incidente. Em postagem no X, Anthony Guglielmi, chefe de comunicação do Serviço Secreto dos EUA, confirmou que há um suspeito sob custódia.

Segundo o jornal The New York Times, o atirador é Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, Califórnia. As informações teriam sido obtidas com dois agentes que pediram para permanecer anônimos por não estarem autorizados a divulgar os dados. 

Segundo o chefe de polícia de Washington, D.C., Jeffery W. Carroll, o indivíduo atacou um posto de controle do Serviço Secreto armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas. Carroll garantiu que o suspeito não foi atingido por disparos, mas foi levado a um hospital para avaliação. 

Antes da confirmação do chefe de polícia, o presidente Donald Trump, durante entrevista coletiva sobre o atentado, afirmou que o atirador portava várias armas no momento em que tentou adentrar o jantar.

Trump confirma prisão de suspeito por tiros

Pela rede social Truth, o presidente Donald Trump afirmou que o Serviço Secreto e as forças de segurança agiram de forma “rápida e corajosa” após o incidente registrado durante o jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington.

Trump disse que o responsável pelos disparos foi detido e que recomendou a continuidade do evento. “Tivemos uma noite e tanto em Washington. O Serviço Secreto e as forças de segurança fizeram um trabalho fantástico. Eles agiram com rapidez e bravura. O atirador foi detido, e recomendei que ‘o show continue’, mas serei totalmente guiado pelas autoridades”, afirmou.

Apesar da recomendação do republicano, o Serviço Secreto cancelou o evento. A informação foi confirmada pelo próprio Trump. “As autoridades solicitaram que deixássemos o local, conforme o protocolo, e faremos isso imediatamente. [...] A primeira-dama, o vice-presidente e todos os membros do gabinete estão em perfeitas condições."

Trump acrescentou que já conversou com os organizadores do evento e que o jantar será remarcado. “Falamos com todos os responsáveis e iremos reagendar dentro de 30 dias”, declarou.

Convidados relataram ocorrências após o ataque

Jornalistas presentes ao evento relataram que a esposa de Charlie Kirk, assassinado por um atirador em setembro de 2025, estava no jantar. Segundo os depoimentos, Erika Kirk foi vista chorando após o ataque.

Durante a coletiva de imprensa, o presidente Trump aifrmou que um agente de segurança foi baleado. Segundo ele, o disparo ocorreu de uma curta distância, mas o policial usada um colete à prova de balas, foi levada para o hospital e passa bem.

Atualização

A reportagem foi atualizada com o nome e a idade do suspeito, bem como com as informações oficiais da polícia de Washington sobre o incidente.

Atualizado em 26/04/2026 às 01:01

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